ficha do filme
 
Roger Dodger
Título original: Roger Dodger
De: Dylan Kidd
Com: Campbell Scott, Isabella Rossellini, Jesse Eisenberg
Género: Comédia Dramática
Classificacao: M/12
 
Estúdios: Alliance Atlantis Entertainment
EUA, 2003, Cores, 104 min.

 



Recomendado
pelo Cinecartaz

argumento
Primeira longa-metragem de Dylan Kidd, "Roger Doger" é um olhar divertido e sofisticado sobre a guerra do macho moderno nas trincheiras dos solteiros. Campbell Scott é Roger Swanson, um homem arrogante e cínico que vive em Manhattan e que acredita dominar a arte de seduzir as mulheres. É então que chega à cidade o seu ingénuo sobrinho de 16 anos com o objectivo de testar as suas estratégias.

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  http://www.allianceatlantisfilms.com/Synopsis.asp?TitleID=63199
 
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votações

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0 1 2 3 4 5
 o voto do público
   
3,1


total de 39 votantes
o voto dos críticos
  Mário Jorge Torres    Kathleen Gomes 
  Luís Miguel Oliveira    Vasco Câmara 
a crítica dos nossos críticos
 

27-11-2003
Kathleen Gomes

Uma personagem enorme
 

Uma personagem enorme num filme limitado: é assim "Roger Dodger", nova variação sobre as regras da atracção - e, nessa perspectiva, é mesmo uma curiosa hipótese, tentando sempre furtar-se às expectativas (pensamos num Woody Allen cínico, mas eis que o filme nos escapa). Um actor avança na sua voragem sem que o filme o consiga acompanhar: todos os elogios serão poucos para Campbell Scott e para a inteligência da sua interpretação, fazendo o seu "show" mas nunca "show off". Há ele e há o realizador, Dylan Kidd, um é previsível (onde é que já vimos Nova Iorque filmada assim, claustrofóbica, etc?), o outro não.

   
 
 

27-11-2003
Vasco Câmara

O crepúsculo do sedutor
 

O tubarão caça num aquário. É Nova Iorque, mas não adianta procurar o "skyline". A cidade é personagem, mas não aparece o Empire State Building. Nova Iorque é um clima, uma sombra, é fumo e são cigarros e é nesse labirinto, de bares, "coffee shops" e outros obstáculos (há que contar ainda com os corpos e com o desejo) que se movimenta o predador. Roger, de seu nome, Dodger (Manhoso) de alcunha - posto pela mãe, que sabia o que tinha em casa.

   
 
 
a crítica dos nossos leitores
 

14-12-2003
Rodrigo Lourenço

Mau filme
 

Mais uma vez caído na esparrela do filme independente que recebe boas críticas: excelente argumento, óptimas interpretações, divertido, sofisticado, etc. Quem estiver à espera de uma versão masculina de "O Sexo e a Cidade", desengane-se. O filme não tem nada a ver com isso. O argumento não é divertido nem sofisticado. É até bastante pobre, dado o potencial que sugere. Uma história banal, que não dava um filme, e assim deu este filme. Uma coisa sem ritmo, arrastada, de fugir. Fujam todos!!! Parece um telefilme tuga...

   
 
 
   
 
 
 
 
 
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