Durante os anos da Grande Depressão, existia em toda a população americana, uma revolta generalizada contra os bancos por serem a causa da crise resultante da quebra da Bolsa de Nova Iorque, em 1929. Apareceu então um grupo de gangsters, liderado por John Dillinger (Johnny Depp). Dillinger rapidamente conquistou a simpatia do público, tanto pelos seus assaltos a bancos como pelas épicas evasões da prisão, sendo considerado uma espécie de Robin dos Bosques da era moderna.
Depois de várias tentativas do Governo americano para o deter, J. Edgar Hoover (Billy Crudup), chefe do departamento do FBI que mais tarde se viria a tornar uma das maiores organizações de investigação do mundo, atribui a Dillinger a designação de Inimigo Público Número Um, atribuindo a Melvin Purvis (Christian Bale) a árdua tarefa de o deter. A perseguição, com vários sucessos e fracassos, terminaria com a morte de Dillinger, em 1934.
Michael Mann ("Heat - Cidade Sob Pressão", "Miami Vice", "Colateral") foi buscar inspiração ao livro do historiador e jornalista Bryan Burrough: "America's Greatest Crime Wave and the Birth of the FBI".
Fica a curiosidade: Johnny Depp e restante elenco usam chapéus feitos com feltro da fábrica Fepsa, de São João da Madeira.PÚBLICO
Que desilusão... quando finalmente achei que ia poder desfrutar de um bom "neo-clássico" dum género que tanto me atrai e que está sem dúvida em extinção (ou adormecido se preferirem)... Apanho com uma estucha descomunal de não sei quando tempo (não sei mesmo, saí a meio...) que o senhor Antony Mann - de quem eu já vi umas boas fitas - realizou encima de uma estória que até tem o seu interesse e com certeza muito sumo para espremer.
Senhor Tony, que ideia é essa de querer filmar um clássico do filme noir em câmara digital? Foi o Budget que estava apertado? okok ...e o argumento? Podia ter caprichado um bocado mais, principalmente no que toca a diálogos... A montagem??? Sim, está horrível, desconexa...