Salomon Sorowitsch, um boémio e vigarista, preso num campo de concentração, aceita ajudar os nazis numa operação organizada de falsificação destinada a financiar o esforço da guerra.
Foi a maior falsificação de dinheiro de todos os tempos. Foram impressas mais de 130 milhões de libras esterlinas. Os alemães tinham percebido que o fim estava perto e a falsificação de dinheiro era uma forma de inundar as economias dos seus inimigos e encher os cofres que a guerra tinha esvaziado.
No campo de concentração de Sachsenhausen, dois barracões foram transformados numa oficina de falsificação, para onde foram recrutados prisioneiros de vários outros campos: tipógrafos, empregados de banco e outros artífices. Se colaborassem com os alemães, integrando um comando de falsificadores, estes homens teriam uma hipótese de sobreviver aos campos, como prisioneiros de primeira classe.
Sorowitsch tenta ignorar a realidade e aceita colaborar em troca da sua vida, de algumas comodidades e de tratamento médico para Kolya. Já outros companheiros, como Burger, tentam sabotar a operação. Até que Kolya é assassinado e Sorowitsch percebe de como já não há saída. PÚBLICO
Excelente filme. Uma faceta pouco explorada do holocausto. Além de contar a história, uma parte da vida de um judeu vítima e ao, mesmo tempo colaborador do nazismo, o filme tem o mérito de mostrar que todo idealismo tem limite no interesse, seja este de que ordem for. Muito bom, recomendo.